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Farofarização: confira quatro receitas à base de pão, azeitona, cogumelos e pupunha

Um passeio pelo cardápio de alguns restaurantes revela um sem número de licenças poéticas no que se refere à descrição dos pratos e ao uso de uma suposta "linguagem gastronômica". Para descrever, por exemplo, algum ingrediente fatiado em lâminas finíssimas, crava-se sem cerimônia o termo carpaccio de alguma coisa. Pode ser abacaxi, abóbora, beterraba. Existe também uma certa mania de caviar. As técnicas modernas permitem transformar quase tudo em pequenas esferas. Caviar de tapioca? De taioba? Tem. Na linguagem informal, é a caviarização e, se o trava-língua permitir, a carpacciarização disso e daquilo.

Propomos, pois, nesta reportagem, a farofarização. É uma brincadeira séria.

Não é exatamente uma coisa nova. A farofa, afinal, é nossa, dos brasileiros. Herança pré-colonial e enraizada na mandioca, tem muitas variações nos ingredientes de base.

Farofa em sorvete, por exemplo, não é de sal. É de amendoim. Talvez o creme venha coberto por um crocante de caramelo. Uma forçadinha no menu... é farofa.

Da criatividade de chefs em destaque na cena gastronômica paulistana, destacamos quatro receitas com ingredientes diferentões, como o palmito pupunha e o cogumelo shiitake. São guarnições sugeridas para carnes ou peixes. Clique nos links abaixo e aprenda a prepará-las.


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