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Conheça os pratos típicos do país, curiosidades e um pouco de sua história culinária

Com mais de 1,3 milhões de habitantes é fácil pensar na variedade da culinária chinesa. Suprir a necessidade de toda essa população, aliada com valores religiosos, rituais e antigas tradições é um verdadeiro malabarismo.

A gastronomia chinesa influenciou diversos países asiáticos, como Tailândia e Vietnã. As técnicas de preparo muitas vezes são baseadas no princípio do yin e yang : produtos distintos que se complementam. Doce e salgado, quente e frio, picante e adocicado.

A difícil trajetória histórica do país mudou bastante os hábitos alimentares dos chineses, se comparado a alguns séculos atrás. Sem pensar em desperdício, eles passaram a se alimentar de tudo o que parecia ser possível. Além de legumes variados, carnes, soja e grãos, iguarias que causam estranhamento aos ocidentais passaram a fazer parte do cardápio. É o caso de escorpiões, gafanhotos e até barbatana de tubarão.

O pato laqueado , preparado num simples fogão a lenha ou com madeiras de árvores frutíferas, é o prato mais famoso da região de Pequim. Servido com batata doce e molho de soja, antes era destinado apenas para a família real. Hoje ele é tradição entre os chineses.

É no centro do país que o broto de bambu é especialmente consumido. Junto com o tofu , carpas , enguias e rãs (e às vezes até serpente ), ele é aclamado pelos habitantes locais. Indispensável também a presença de molhos agridoces e pimenta vermelha.

O arroz, diferente do modo como se consome aqui no país, é encarado apenas como acompanhamento. Às vezes ele é substituído por pães cozidos no vapor ou finas tortinhas de trigo.  A grande brincadeira da culinária chinesa é a diversidade de molhos e temperos. Molho de soja, de ostras, vinho de arroz... A lista é extensa e um grande convite para a criatividade na hora de preparar os pratos.